Beyond Good & Evil PS2

 A história se passa no planeta de Hillys, que está sendo atormentado por ataques alienígenas chamados DomZ (que adoram sequestrar pessoas e, aparentemente, têm um gosto especial por energia vital).

​Nossa heroína é Jade, uma fotojornalista órfã que, honestamente, deveria ter seguido uma carreira mais segura, tipo contadora. Ela vive no Farol, que serve de abrigo para crianças órfãs (e uma grande despesa) e seu "tio" adotivo, Pey'j - que é, literalmente, um porco humanoide com um jet-pack (porque claro, todo porco precisa de um jet-pack).

​A única coisa que "protege" Hillys é a Força Alfa, um grupo militar que o governo vende como heróis, mas que na verdade são... bem suspeitos. Eles chegam para "salvar" as pessoas dos DomZ, mas, coincidentemente, as pessoas salvas desaparecem sem deixar rastros.


​A Missão Jornalística (Quase) Impossível


​Cansada de só fotografar criaturas para ganhar uns trocados, Jade é contatada pela IRIS, um movimento de resistência clandestino (que a Força Alfa insiste em chamar de "terroristas"). A missão é clara: usar sua câmera para expor a verdade.

​A "verdade" é que a Força Alfa e os DomZ estão trabalhando juntos. Sim, a sua força de defesa é a sua ameaça. Basicamente, os militares que deveriam te proteger estão sequestrando a população para que os DomZ a drenem. O que seria uma história de capa épica, não é mesmo?

​Jade e Pey'j (e, em certo momento, o Agente Duplo H, um rinoceronte membro da IRIS, porque este jogo não se leva a sério e você também não deveria) se infiltram em bases, fábricas e até na lua (claro, porque a lua é o lugar perfeito para uma base de operações maligna) para coletar provas fotográficas.


​O Grande Final (Com um Toque de... Divindade?)


​A aventura é cheia de perseguições de hovercraft, quebra-cabeças e muito stealth (porque tentar derrubar um exército de rinocerontes blindados na força bruta seria ridículo). No clímax, Jade descobre que sua herança é muito mais do que "apenas" uma jornalista. Ela tem poderes, revelando uma ligação profunda com os vilões DomZ (surpresa! Ou não, se você estava prestando atenção).

​No final, Jade consegue expor a conspiração, libertar os sequestrados e enfrentar o líder dos DomZ em uma batalha épica onde ela usa seus novos poderes (que ela aprendeu... em algum lugar).

​E claro, o jogo termina com um gancho épico para a sequência que, em 2003, parecia que viria em breve, mas que a Ubisoft está desenvolvendo há mais de uma década. Aguarde o Beyond Good & Evil 2... um dia desses.

​É uma história que mistura ação, investigação jornalística (com mais ação do que jornalismo, para ser honesto), e uma crítica atemporal sobre confiar na mídia e nas autoridades. Junte isso a um universo charmoso e personagens inesquecíveis, e você tem um clássico cult.

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