Forbidden Siren PS2

 Se você ouvir uma sereia ecoando no meio do nada... já é tarde demais para fugir.

​Quando desembarcou no PlayStation 2 em novembro de 2003, Forbidden Siren entregou uma atmosfera sufocante de opressão e tormento psíquico.


​A trama te joga no vilarejo montanhoso de Hanuda, uma comunidade rural extremamente isolada e hostil a estranhos. Tudo ganha contornos macabros quando uma seita local tenta realizar um ritual misterioso para ressuscitar uma entidade ancestral conhecida como Datatsushi. A cerimônia falha feio, causando um terremoto que rasga a realidade e prende o lugar em uma fenda temporal cercada por um mar assustador de água vermelha.

​Do alto do céu, ecoa uma sirene perturbadora que força a mente das pessoas a mergulharem nessas águas cor de sangue, transformando os moradores nos terríveis Shibito — mortos-vivos aprisionados na própria agonia, que continuam reencenando hábitos do dia a dia enquanto perseguem quem sobrou.

​A narrativa se fragmenta pela visão de dez sobreviventes desesperados, em uma linha do tempo completamente desordenada. Sem capacidade física para bater de frente com o perigo, a única saída é a paranoia constante: apagar as luzes, prender a respiração e usar o Sightjack — uma habilidade macabra que força você a conectar sua mente com a dos monstros para enxergar o cenário através dos olhos sombrios das próprias criaturas que te caçam.

​Conforme o tempo avança, a névoa se fecha, a água vermelha corrompe até os mais fortes e a esperança se apaga. Em Hanuda, a morte não é o fim do sofrimento... é apenas o começo da sua eternidade como um deles.

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