Nuclear Strike
Imagina a seguinte situação: é 1997, a Electronic Arts lança Nuclear Strike para o PlayStation e PC — chegando também ao Nintendo 64 em 1999 — e decide que a melhor forma de salvar o planeta é mandando você pilotar um helicóptero de combate no meio do caos geopolítico.
A trama é pura essência dos anos 90: um ex-espião desequilibrado chamado Coronel LeMonde resolve roubar uma arma nuclear no Sudeste Asiático. O plano dele? Basicamente instaurar a Terceira Guerra Mundial fazendo o que todo vilão megalomaníaco faz de melhor: espalhar pânico, negociar com a máfia na Ásia, armar bombas falsas para enganar sua equipe e depois fugir para a Coreia do Norte para sequestrar líderes mundiais numa conferência de paz.
Para conter esse surto global, a organização secreta STRIKE envia você a bordo de um Super Apache. A história te leva de selvas tropicais até a Sibéria, onde o LeMonde surta de vez e tenta lançar um míssil para simplesmente destruir a camada de ozônio.
Na jogabilidade, o jogo mantém a clássica visão isométrica do alto, mas não pense que é só sair atirando feito um maluco. Além de gerenciar munição, combustível e a blindagem da sua nave para não virar pó em dois minutos, você precisa resgatar aliados e ainda pilota nada menos que 15 veículos diferentes, incluindo caças, tanques e até hovercrafts! É uma mistura insana de tiro, estratégia e puro sarcasmo militar onde um erro de cálculo transforma a sua missão de resgate num lindo cogumelo atômico.
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