Silent Bomber Ps1


 E se o seu personagem não precisasse de uma arma… porque ele já é uma bomba ambulante?


Lançado em 28 de outubro de 1999 no Japão, Silent Bomber chegou ao PlayStation trazendo uma mistura de ficção científica, ação frenética e uma quantidade de explosões que faria qualquer engenheiro pedir demissão.


A história acompanha Jutah Fate, um soldado geneticamente modificado e treinado para ser uma arma humana. Depois de um acontecimento traumático no passado, ele se torna um guerreiro praticamente sem emoções. Agora, Jutah recebe uma nova missão: participar da Operação Toroy e invadir a gigantesca nave de guerra Dante, que ameaça o planeta Hornet.


Só que essa missão obviamente não vai sair como planejado.


Ao lado de outros soldados, Jutah precisa avançar pela nave enfrentando tropas inimigas, máquinas de combate e chefes cada vez mais perigosos, enquanto descobre que existe uma conspiração muito maior por trás daquela operação.


E é justamente na jogabilidade que Silent Bomber tenta fazer diferente. Aqui, você não fica simplesmente apertando o botão de tiro como em tantos outros jogos. Jutah utiliza bombas que podem ser lançadas ou colocadas diretamente nos inimigos, e você pode marcar vários alvos rapidamente antes de mandar tudo pelos ares.


Também é possível carregar as bombas para aumentar seu poder, usar diferentes tipos de explosivos e melhorar as habilidades de Jutah através dos E-Chips encontrados durante as fases.


O resultado é um combate extremamente rápido, onde você precisa correr, mirar, marcar inimigos e explodir tudo antes que eles façam o mesmo com você. E sim, às vezes a estratégia mais avançada disponível é simplesmente: “tem inimigo? Então explode.”


Conforme Jutah avança pela Dante, a verdadeira intenção por trás da missão começa a aparecer, colocando seus companheiros e o próprio planeta em perigo.


Com ação frenética, chefes enormes e uma mecânica de combate baseada em explosões, Silent Bomber acabou se tornando um daqueles jogos pouco lembrados do PlayStation, mas que tinha personalidade de sobra.


Porque enquanto outros heróis precisavam de pistolas, espadas ou metralhadoras… Jutah basicamente olhava para o inimigo e pensava: “vou resolver isso com explosivos.”

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